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Autenticação

Património

Azulejos

Restos de registos dos finais do século XVIII.
Rua do Vale Formoso de Cima, 146.

Painel de azulejos policromo com motivos campestres, de Jorge Colaço de 1925. Restaurado.
Rua do Vale Formoso de Cima, 107.

Bairros e Construções

Bairro Domingos Henriques Júnior (datado de 1879/1885). Rua Pereira Henriques, 20.
Construção Neogótica com mansardas (séc. XVIII) – terrenos das antigas quintas das Conchas e Perdigão.
Rua do Vale Formoso, 157/161.

Casarões

Casarão datado de 1880.
Rua Pereira Henriques, 42.

Casarão do século XVIII – terrenos das antigas quintas das Conchas e Perdigão.
Azinhaga das Salgadas, 111/113.

Casarão do início do séc. XIX, com portal de quinta.
Rua do Vale Formoso, 11-A

Chafarizes

Rua do Vale Formoso de Cima, defronte do n.º 277

Rua do Vale Formoso, ao lado do n.º 177

Edifícios e Fábricas

Edifício da Abel Pereira da Fonseca. Construído em 1917, do Arquitecto Norte Júnior.
Esta firma foi fundada em 1906 e os seus primeiros armazéns situavam-se na Rua da Manutenção a Xabregas, passando em 1908 para a Rua do Amorim. Em 1930 edificaram-se novas oficinas, armazéns, depósitos e casas de pessoal, construindo este complexo uma verdadeira “vila”.

Praça David Leandro da Silva, 4, 5 e 6. Edifício de José Domingos Barreiros. Firma fundada em 1896, no ramo comercial dos vinhos, por grosso e para exportação. Instalou-se no Poço do Bispo como muitas outras casas deste ramo de actividade. O átrio e a escadaria do edifício estão revestidos de azulejos datados de 1928, de A. Moutinho e representam cenas da Quinta das Varandas.
Praça David Leandro da Silva, 28

Fábrica Militar de Braço de Prata
Foi a Fábrica de Material de Guerra de Braço de Prata (1904-1908) instalada no sítio da antiga oficina de pirotecnia (1869) e da Real Vidreira (1798).
Rua da Tabaqueira

Edifício de Fábrica
Construção possivelmente dos anos 20. Ao lado vila operária na Rua Lionilla.
Rua do Vale Formoso, 35.

Casas de Ferroviários

Finais do Séc. XIX
Rua Direita de Marvila, 3.

Nicho Maneirista

Séc. XVII, sem imagem.
Romo com motivos campestres, de Jorge Colaço, de 1925. Restaurado
Rua do Vale Formoso, 2.

Palácios

Palácio do Armador
Construção de meados do séc. XVIII (referenciado em 1762). Foi propriendade do armador-mor no tempo da rainha D. Maria I, cuja visita recebeu em 1788, conforme lápide existente no palácio.
Azinhada do Armador.

Palácio dos Marialvas
Rua Direita de Marvila, 125.

Palácio da Mitra
Construção dos finais do séc. XVII, com alterações no séc. XVIII. Foi residêncioa dos prelados de Lisboa, entre os quais D. Luís de Sousa (1676-1702).
No séc. XVIII foi profundamente remodelado por D. Tomás de Almeida, primeiro Cardeal Patriarca de Lisboa. Fez a estrada (calçada), a capela e enriquece o palácio com pinturas, tapeçarias e azulejos. A estada fazia-se por onde ainda é e era servido por cais privativo. Ao fundo encontravam-se as cocheiras. Em 1834 é incorporado da Fazenda Pública e nele morreu o Cardeal Saraiva. Várias vezes vendido, em 1902, passa para as mãos de António Centeno, que por sua vez o vende a um sócio que aqui se instala com a Fábrica Seixas de metalurgia e fundição. Os escritórios funcionariam nos salões do palácio. Nas cocheiras construiu-se a fábrica, depois ocupada pelo asilo da Mitra. Ainda teve uma fábrica de licores.
Em 1930 é adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa, a quem ainda pertence. Destacam-se no edifício: salas e escadarias ornadas de silhares de azulejos; tectos painelados, com pinturas ornamentais; painel rococó tardio no jardim superior.
Rua do Açúcar, 64

Pátios

Pátio Beirão
Acesso por portal, com brasão picado, do século XVIII. Casas de antigas quintas. Propriedade da CML.
Rua do Açúcar, 16.

Pátio do Colégio
Acesso por portal, com brasão picado, pertencente ao antigo Palácio Marquês de Abrantes.
Rua de Marvila, 34.

Pátio do Luciano
Rua Afonso Anes Penedo, 44.

Pátio do Marialva
Rua de Marvila, 131.

Pátio da Matinha
Portal do séc. XVIII que dá acesso ao pátio com arcadas. Propriedade da EDP.
Rua do Vale Formoso, 128

Pátio do Pombeiro
Azinhaga do Pombeiro, 38.

Pátio das Salgadinhas
Azinhaga das Salgadas, 105.

Pátio 26
Acesso feito por portal do séc. XVIII
Rua Pereira Henriques, 26.

Pátio 50
Rua Direita de Marvila, 50.

Pátio 114
Antiga Quinta do Guilherme. Acesso por portão.
Rua do Vale Formoso, 114.

Vilas

Vila Pereira
Curioso acesso formando uma rua coberta.
Rua do Açúcar, 35.

Vila Salgada
Vila que ocupava a antiga quinta. Propriedade da CML.
Azinhaga da Salgada, 85

Quintas

Quinta do Alfenim
Rua do Vale Formoso de Cima, 178.

Quinta das Amendoeiras
Rua do Vale Formoso de Cima, 237

Quinta das Fontes
Azinhaga dos Alfinetes

Quartel da GNR
Construção dos anos 10/20
Rua do Vale Formoso, 104

Outras quintas degradadas e com poucos vestígios:

Quinta Chacão
Azinhaga das Teresinhas

Quinta Airolas ou das Conchinhas
Largo Broma

Quinta Levy ou Intendente
Rua Zófimo Pedroso

Quinta Penha
Azinhaga do Pombeiro

Quinta da Bela Vista
Integrada no Parque da Bela Vista. Construção do séc. XVII/XVIII. Tinha uma ermida dedicada a Nossa Senhora das Mercês. A necessitar restauro.
Azinhaga da Bela Vista.

Quinta das Cadetas  (ou das Flores)
Construção do séc. XIX. Deve o seu nome às sete filhas de Rodrigo Calvier, cadete do Regimento de Artilharia. Está em ruína.
Rua José do Patrocínio, 58 (antiga Azinhaga das Cadetas)

Quinta das Conchas
Construção do séc. XVIII. Tinha ermida com invocação a Santo António (1763). Muito degradada.
Alto das Conchas – Rua Cima de Chelas, 28 e Azinhaga das Salgadas, 22.

Quinta do Desterro
Construção do séc. XIX, 2.ª metade. Edifício acastelado, ao gosto romântico.
Rua do Vale Formoso de Cima, 302 e Av. Infante D. Henrique

Quinta da Fidalga
Construção do séc. XVIII.
Azinhaga do Poço de Cortes, próximo da Av. Marechal Gomes da Costa

Quinta do Guilherme
Construção do séc. XVIII/XIX. Foi propriedade do industrial inglês Guilherme Graham, em finais do séc. XIX.
Rua Vale Formoso, 114.

Quinta da Lebre (ou do Vale Fundão)
Construção do séc. XVIII. Tinha uma ermida com evocação da Madre de Deus (1763), hoje profanada. O pátio nobre do solar, pátio Manuel Alves, ostenta ainda um brasão de armas e está habitado.
Azinhaga do Vale Fundão

Quinta das Marapinhas (ou dos Malapinhos)
Muito antiga, poucos vestígios da primitiva propriedade dos Malapos ou Malapados, de que há referências desde o século XIII.
Azinhaga da Flamenga.

Quinta do Marquês de Abrantes (ou dos Condes de Figueiró)
Construção do séc. XVII, em terrenos da quinta de Marvila por iniciativa dos condes de Figueiró. Mais tarde passou para as mãos dos marqueses de Abrantes.
Em 1862, esteve instalada a primeira Escola Normal Portuguesa, inaugurada com a presença do rei D. Luis e do seu ministro Anselmo José Braamcamp. Hoje, muito degradada, está está ocupado por diversas famílias. No amplo átrio de entrada foram instalados lavadouros e outros equipamentos colectivos. Foi nos terrenos desta quinta que cresceu o Bairro Chinês.
Rua de Marvila e Rua José do Patrocínio

Quinta da Matinha (ou de Braço de Prata)
Construção do séc. XVII. Propriedade do fidalgo que tinha como alcunha “braço de prata”. Ermida dedicada a Santo António (1763). Conseva portal nobre e pátio de acesso. Actualmente instala a EDP.
Rua do Vale Formoso, 128

Quinta do Perdigão
Construção do séc. XVII. O seu nome deriva de Manuel Sequeira Perdigão, cavalçeiro da Ordem de Cristo, falecido em 1689. Bastante degradada.
Calçada do Perdigão, próximo do Alto das Conchas

Quinta do Pombeiro (ou da Nossa Senhora da Conceição)
Construção anterior ao séc. XVIII. Deriva o seu nome de Joaquim Augusto Pombeiro, rico lavrador. Tinha ermida dedicada a Nossa Senhora da Conceição.
Azinhaga do Pombeiro

Quinta das Salgadas
Construção do séc. XVIII. Pertenceu a D. Ana Joaquina Salgado. Vestígios de ermida. Palácios e jardins a necessitar de restauro. Curioso lago evocativo do perfil do Marquês de Pombal.
Azinhaga da Salgada, 10.

Quinta de São Pedro dos Peixes
Construção do séc. XVIII. No início do séc. XX esteve ali instalada uma fábrica de chouriços, propriedade de suiços e daí a quinta ser também conhecida por Quinta dos Suiços. Degradada.
Largo do Broma.
 
Quinta das Teresinhas
Construção do séc. XVIII. Deriva do nome das proprietárias da fazenda, em finais do séc. XVIII – mãe e duas filhas – todas chamadas Teresa. Hoje é o Colégio Valsassina.
Azinhaga das Teresinhas